Afinal não foi assim tão mau!

Nas semanas que antecederam os Jogos, o Brasil empreendeu operações antiterrorismo que chegaram a prender mais de dez pessoas suspeitas de atividades extremistas.

Além disso, ataques em outras partes do mundo, ameaças de extremistas ligados ao grupo autodenominado Estado Islâmico na internet, mochilas abandonadas e alarmes falsos elevaram o grau de tensão no Rio com relação à possibilidade de um ataque, o que não se concretizou.

A poluição da Baía de Guanabara prometia ser outro dos grandes problemas dos Jogos.

As ações emergenciais para garantir águas livres de lixo durante as competições de vela  parecem ter corrido bem, já que tudo aconteceu sem grandes problemas, e alguns atletas até elogiaram as águas.

Apesar disso, a velejadora da Bélgica Evi Van Acker adoeceu após contrair uma bactéria e dois velejadores brasileiros, Samuel Albrecht e Isabel Swan, disseram ter sido atrapalhados pelo lixo pelo menos cinco vezes num mesmo dia.

Um dos principais problemas citados pela imprensa nacional e internacional, os assentos vazios em locais de provas chamaram a atenção do público em todo o mundo e tiveram de ser explicados pelos organizadores em diferentes oportunidades.

Para o Comité Rio 2016, embora algumas competições como tenham tido a lotação esgotada, as arenas vazias podem ser explicadas pela distância entre os núcleos (alguns espetadores não teriam conseguido chegar a tempo) e bilhetes destinados a patrocinadores que não foram usados.

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